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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Um paraíso chamado Tailândia

 

Tailândia, oficialmente Reino da Tailândia anteriormente conhecida como Sião.
A Tailândia é um país localizado no sudeste asiático, sendo limítrofe com Laos e com o Camboja, ao leste; Myanmar a oeste e Malásia, ao sul. A Tailândia é também conhecida como Sião, que era o nome do país até meados de 1949.


Colinas no norte da Tailândia.
 
A região norte do país apresenta um relevo bastante montanhoso, sendo o ponto mais alto o monte Doi Inthanon, com 2 576 m. Na porção nordeste há também uma área elevada denominada Khorat Plateau que é, a leste, contornada pelo rio Mekong, um dos maiores do mundo, drenando uma grande área do continente asiático. No entanto, devido às suas variações em seu fluxo e por ser bastante encachoeirado, esse rio não é navegável. Outro rio importante é o Chao Phraya, com 370 km, que corta o país de norte a sul, atravessando, inclusive, a capital, Bangkok. Na região sul do país o relevo é mais baixo, sem muitas elevações.
A Tailândia está localizada na zona climática tropical, portanto seu clima é bastante quente e caracterizado por monções. A vegetação é caracterizada praticamente por florestas tropicais. Seringueiras foram importadas do Brasil, da região amazônica e plantadas no sudeste do país, há mais ou menos 100 anos. Há cem anos, as florestas serviam também de lar para milhares de elefantes que, devido à devastação e à caça, hoje são apenas aproximadamente 5 000. Em 1989 o governo começou a construir parques naturais para proteger os elefantes e animais que se encontravam na mesma situação. No entanto, caçadores ainda continuam a matar tigres, leopardos e ursos negros asiáticos, todos ameaçados de extinção.


O país é uma monarquia constitucional, encabeçada pelo rei Bhumibol Adulyadej, o nono rei da Casa de Chakri, tendo chefiado a nação desde 1946, e sendo o mais antigo chefe de Estado do mundo bem como o monarca com maior reinado na história tailandesa. O rei da Tailândia é intitulado chefe de Estado, chefe das Forças Armadas, defensor da religião budista e o defensor de todas as religiões.
O desenvolvimento econômico da Ásia, relativamente elevado, sofreu uma crise em 1997 que se repercutiu por toda a região e prejudicou diversos países. Atingiu também a Tailândia que vinha tendo o maior crescimento econômico nesses últimos dez anos, com uma média anual de 8,4% entre 1990 e 1995 — e desvalorizou grandemente o baht, moeda do país.
Desde então, a Tailândia vem tentando estabilizar-se economicamente e obteve excelentes resultados, tendo um crescimento anual notável nos anos de 1999 até 2005.
Atualmente, o país é um dos maiores exportadores mundiais de arroz. Outro importante produto cultivado é a cana-de-açúcar.
Durante a crise, o mercado de produtos manufaturados e industrializados ajudou muito a sua recuperação econômica com a exportação de produtos como computadores, sapatos, eletroeletrônicos, joias, brinquedos ou produtos de plástico.
No entanto, a agricultura continua sendo de grande importância para a economia do país, com mais de metade da percentagem total de mão de obra sendo dedicada a esse setor. Porém, no ano de 1995, a renda dos trabalhadores rurais era quinze vezes inferior ao da renda da população que trabalhava em outros setores. Em 1999, a renda familiar média tailandesa foi de 318 dólares estadunidenses por mês, enquanto, para o setor agrícola, a média foi de apenas 24 dólares estadunidenses por mês. O turismo é um setor que contribui também bastante para o produto interno bruto anual do país. Em 2002, por exemplo, houve um aumento de 7% na quantidade de turistas em comparação ao ano anterior. Os Estados Unidos são o principal parceiro econômico da Tailândia, seguidos pelo Japão e pelos países europeus.

A estabilização e melhoria da economia depende do aumento das exportações do país para países europeus e para os Estados Unidos.
Bangkok é a região mais industrializada do país, sendo a região nordeste a mais pobre.
Embora a Tailândia venha recuperando aos poucos da crise que abalou o país, a contínua melhora de sua economia depende de investimentos externos e do aumento das exportações. O baixo e lento nível de crescimento de mão de obra qualificada e engenheiros pode limitar a produtividade e eficiência do setor tecnológico, peça-chave para o desenvolvimento econômico do país.
A Tailândia faz parte do tratado internacional chamado Cooperação econômica da Ásia e do pacífico, um bloco econômico que tem por objetivo transformar o Pacífico numa área de livre comércio que englobe economias asiáticas, americanas e oceânicas.
A Tailândia também tem parte do seu crescimento baseado no turismo, que é crescente, mesmo após o tsuname de 2004.

A Tailândia possui um alto nível de alfabetização e a educação é fornecida por um sistema de ensino organizado em educação infantil, escolas primárias, ensino secundário menor e secundário superior, além do ensino superior. Há vários colégios e universidades. O setor educacional privado está bem desenvolvido e também encaixa-se na organização orientada pelo governo. A educação é obrigatória e o governo oferece educação gratuita até a faixa etária de 17 anos.
 O muay thai também conhecido como boxe tailandez, é o esporte nacioanl da Tailândia. Consiste em uma arte marcial criada há mais de mil anos, e é considerada uma das mais poderosas lutas do mundo, pela explosão de golpe e de agilidade.
Também é conhecida como "A Arte dos Oito Membros", pois caracteriza-se pelo uso dos cotovelos, joelhos e golpes violentos com a canela e pés, além dos punhos, em contraponto de artes que utilizam apenas os quatro membros, somente os pés e as mãos.

Stallone planeja novo filme dos "Mercenários".

 

Terceiro filme acabou de estrear, mas ator já tem planos para o próximo e alguns nomes em mente. Se ele repetir os elencos de estrelas das produções anteriores, temos algumas sugestões

"Os Mercenários 3" mal estreou nos cinemas brasileiros, e Sylvester Stallone já pensa no futuro da franquia. Durante uma coletiva de imprensa do terceiro filme, realizada na França, o ator confirmou que tem planos para um quarto filme e, talvez por estar em solo francês, disse que nomes como Christopher Lambert, de família francesa, e Jean Reno, de "Ronin", podem fazer parte do elenco da nova produção.
Reno não tem o mesmo apelo junto ao grande público como Antonio Banderas, uma das novidades do terceiro filme, mas seria uma bela aquisição.
De olho no quarto filme da franquia, resolvemos listar 25 homens e mulheres - nem todos são atores - que nunca apareceram nos filmes, mas poderiam fazer pelo menos uma ponta. Alguns já disseram que têm interesse no projeto, entre eles um ex-James Bond e outro que superou Robert Downey Jr. em 2013 como o ator mais lucrativo de Hollywood no ranking da Forbes.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

lançamentos para ficar de olho

 

Britânica lança young adult sobre incesto: “Queria algo diferente e extremo”


“Proibido”, de Tabitha Suzuma, chega às livrarias brasileiras fazendo barulho ao retratar romance entre casal de irmãos. “Já existem ótimos livros sobre romances proibidos por aí, então queria falar sobre amor completamente proibido”.


Uma história de amor no estilo “Romeu e Julieta” não era o bastante para Tabitha Suzuma, britânica autora do polêmico “Proibido”, que chega agora às prateleiras brasileiras pela editora Valentina. Ela queria ir além do romance condenado ao fracasso já presente na literatura mundial e decidiu apostar em um tabu: o incesto. “Queria achar um romance completamente proibido”. “Um em que a relação não seria só inaceitável para os familiares e amigos dos personagens, não apenas em sua cidade ou país. Queria escrever uma história de amor que poderia ser condenada em todo o mundo.”
No livro, que fez barulho em seu lançamento em países como Espanha, Alemanha e Grécia, Lochan é um garoto de 17 anos extremamente tímido que precisa cuidar dos irmãos mais novos após o pai abandonar o lar e a mãe se tornar ausente.
Sua irmã mais nova, Maya, 16, o ajuda a carregar este fardo que parece pesado demais para dois adolescentes. E é neste contexto, onde eles precisam agir praticamente como marido e mulher, que eles acabam se apaixonando. “Já existem ótimos livros sobre romances proibidos por aí, então eu queria achar algo diferente e extremo”, explica a britânica.
Ganhadora do Young Minds Award e Stockport Book Awards, a escritora, que também já viveu um “relacionamento proibido”, admite que escreveu o livro sabendo que ele chocaria bastante. “Eu sempre fui uma ‘autora rebelde’ de um certo modo. Sempre escrevo exatamente o que quero escrever, não o que editores querem ou achem que vá vender”, conta. Ainda assim, ela ficou um pouco insegura sobre a obra. “Não sabia se alguém iria ler um livro sobre um tabu desses, mas eu também sabia que esta era a história que eu queria escrever há muitos anos”, confessa.
A resposta dos leitores, no entanto, foram muito positivas. Alguns estranharam, torceram o nariz para a sinopse de “Proibido”, porém, de acordo com a escritora, acabaram entendendo como uma situação dessas poderia acontecer. “Fiquei impressionada em como as pessoas podem ter mente aberta”, diz.
Ainda assim, Tabitha procura deixar claro que não procurar incentivar este tipo de relacionamento. “Em nenhum momento do livro eu peço ou espero que os leitores vejam o incesto como algo aceitável. Meu livro apenas pede para eles colocarem de lado qualquer julgamento.”
E o fato de ela mesma parecer não condenar ninguém ajudou adolescentes que estavam vivendo uma situação parecida com a descrita no livro a entrar em contato com ela. “Sei que a vida será muito difícil para eles se continuarem a seguir neste caminho, mas eu realmente espero que eles achem ajuda e apoio para lidar com seus sentimentos”, deseja Tabitha.

 

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Conhecimento para todos

 Não consegui postar o vídeo direto do you tube. Mas vale a pena conferir esse vídeo sobre ressonância sendo explicada.

https://www.youtube.com/watch?v=aRsrzjDKS-0

Segredo de Deus? Vale a pena ver

Um vídeo que vale a pena assistir. Uma teoria para quem busca o caminho para a evolução e o progresso.

Estudo liga leitura de Cinquenta Tons de Cinza a comportamentos de risco. Será?

Jovens leitoras de Cinquenta Tons de Cinza são mais propensas a apresentar distúrbios alimentares e a ter parceiros abusivos do que as que não leram o best-seller, apontou um novo estudo feito na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Além disso, as mulheres que leram todos os três livros da série “Cinquenta Tons” têm maior risco de se envolver em bebedeiras e de ter múltiplos parceiros sexuais.
“São todos riscos associados a viver um relacionamento abusivo, parecido com o vivido pela personagem principal do romance erótico, Anastasia”, disse Amy Bonomi, pesquisadora líder do estudo. Embora a pesquisa não tenha especificado se as mulheres tiveram esses comportamentos antes ou depois de ler os livros, a pesquisadora afirma que a conclusão é um problema em potencial de qualquer forma.
Pesquisas anteriores já haviam associado violência comportamentos antissociais ao consumo de programas de televisão violentos, bem como a leitura de revistas de glamour à obsessão com a imagem corporal. Mas o estudo de Bonomi, publicado no periódico Journal of Women's Health, é um dos primeiros a investigar a relação entre riscos à saúde e o consumo de literatura popular que retrata violência contra a mulher.
Os pesquisadores estudaram mais de 650 mulheres com idades entre 18 e 24 anos, um período considerado mais propenso para “explorar uma maior intimidade sexual nos relacionamentos”, disse Bonomi. Em comparação com as participantes que não leram o livro, as leitoras do primeiro livro da série Cinquenta Tons foram 25% mais propensas a ter um parceiro que gritava com elas ou as agredia verbalmente; 34% mais suscetíveis a ter um parceiro com tendência à perseguição (stalker); e 75% mais propensas a ter feito algum tipo de dieta ou jejum por mais de 24 horas. Aquelas que leram os três livros da série foram 65% mais propensas do que as não-leitoras a exagerar na bebida e 63% mais propensas a ter cinco ou mais parceiros sexuais durante a vida.
Bonomi, que tem mestrado e doutorado em saúde pública, esclarece que não está sugerindo a proibição do livro ou que as mulheres não devem ter a liberdade para lerem o que quiserem, ou que não devem ter vida amorosa.
No entanto, diz ela, as mulheres precisam entender que os comportamentos avaliados no estudo são fatores de risco reais em relacionamentos violentos. A pesquisadora defende ainda que pais e educadores tenham com as crianças conversas construtivas sobre sexualidade, gênero e imagem corporal – e isso deve começar cedo, ainda na escola primária. Por fim, crianças e adultos jovens devem ser ensinados a consumir livros, programas de televisão, filmes, revistas e outros meios de comunicação com um olhar crítico.
“Sabemos que a representação da violência contra a mulher em si não é problemática, especialmente se ela servir para lançar alguma luz sobre o tema. O problema surge quando a representação reforça a aceitação do status quo, em vez de desafiá-la”, conclui a autora do estudo.


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Geometric Music usa formas geométricas para criar músicas

Novidade nas lojas de aplicativo do Android e da Apple, o Geometric Music é um programa que dá ao usuário a possibilidade de fazer música a partir de formas geométricas. A ideia pode parecer estranha a primeira vista, mas não só funciona, como também diverte. O aplicativo é uma invenção de Gaëtan Libertiaux e de Gaël Bertrand, fundadores do estúdio de design interativo Superbe.
Texto
 
Disponível para Android e iOS, Geometric Music é um programa gratuito que permite que o usuário faça músicas com sons próprios e formas geométricas
Novidade nas lojas de aplicativo do Android e da Apple, o Geometric Music é um programa que dá ao usuário a possibilidade de fazer música a partir de formas geométricas. A ideia pode parecer estranha a primeira vista, mas não só funciona, como também diverte. O aplicativo é uma invenção de Gaëtan Libertiaux e de Gaël Bertrand, fundadores do estúdio de design interativo Superbe.
O app funciona como um software de produção de sons que permite ao usuário criar música a partir de batidas em camadas. Mas, ao contrário de programas do tipo que são mais complexos, cheios de teclas e botões, o programa oferece apenas formas geométricas. Todo o ruído que o usuário faz é traduzido em uma das quatro formas disponíveis: círculo, triângulo, quadrado ou hexágono. E é a partir da movimentação dessas formas na tela que o usuário vai ditar o ritmo, a velocidade e o volume do seu som.
A música no Geometric Music começa com o usuário gravando um som qualquer, uma salva de palmas, um arroto ou um assobio. Depois, basta escolher a forma com base na sequência da batida que o usuário deseja para esse som: um círculo se o usuário quiser ouvir o som de uma só vez, um triângulo se quiser três batidas, um quadrado para quatro, e um hexágono para ouvir o som seis vezes. 
Por sua vez, o tamanho da forma determina o tempo, isto é, quanto menor for o formato, mais rápida será a batida. Já a orientação dita o volume: se a forma estiver no alto, aumenta, se estiver na parte inferior da tela, diminui. E ao deslocar a forma para a direita ou para a esquerda o usuário deixa a música com mais ou menos estéreo. Há também no aplicativo a opção de reverter e distorcer os sons. O único porém do aplicativo é que ele ainda não permite ao usuário salvar suas criações, mas em contrapartida, possui uma versão para desktops.
 Fonte: http://tecnologia.ig.com.br

domingo, 24 de agosto de 2014

1º evento nacional sobre Mulheres e Quadrinhos, em Outubro

 Cansadas dos estereótipos de representação da figura feminina e movidas pelo amor por quadrinhos, às minas do blog Lady’s Comics foram em busca de financiamento coletivo para dar luz ao 1º encontro Lady’s Comics: Transgredindo a representação feminina nos quadrinhos.
É difícil de acreditar que um evento desses finalmente vai acontecer, e digo isso da forma mais contente e satisfeita possível. Explico. A partir de uma perspectiva feminista, a aproximação entre mulheres para debater o “perceber-se mulher” é importantíssima (igualmente para mulheres cis e trans). Levando-se em conta que, de forma geral, a história das HQs teve por muito tempo um protagonismo masculino, um evento que nos possibilita o desenvolvimento da questão: “onde, nos quadrinhos, nos encontramos e nos identificamos como mulheres?”, é marco da nossa reinvenção da história e também de nós mesmas. Assim, assumimos o protagonismo de nossas próprias criações, tanto no fazer (roteiro, desenho, cor) quanto no pensar (escrever, debater). E como é bom ter um espaço para discutirmos essas questões!
Contando com a participação de quadrinistas incríveis como LoveLove6, Sirlanney, Chiquinha, Samanta Flôor, Cynthia Bonacossa, Beatriz Lopes, Fefê Torquato e muitas outras, em 43 dias o projeto atingiu sua meta no catarse. Por isso fiquemos felizes: vai ter mina discutindo quadrinhos, sim!
A entrada para o evento é adquirida através do apoio ao financiamento: www.catarse.me/pt/ladyscomics. O apoio rola até dia 19 de Agosto, ou seja, ainda dá tempo de contribuir e conseguir o ingresso junto com outras recompensas também.

1° encontro Lady’s Comics vai rolar em Belo Horizonte, no dia 25 de outubro, no Centro Universitário UNA.
Fonte:http://ambrosia.virgula.uol.com.br/1o-evento-nacional-sobre-mulheres-e-quadrinhos-em-outubro/

Livros são a melhor maneira de sabermos que não estamos sós, diz Cassandra Clare

   Autora americana da saga best-seller "Os Instrumentos Mortais" é a atração principal da 23ª Bienal do Livro de SP. Ao iG, ela falou sobre o poder das mulheres nos livros YA, seu clube secreto de escritores e diversidade: "fico orgulhosa de ser uma das séries mais vendidas e tendo personagens gays"

    Cassandra Clare, 41, é do clube de autores young adult do qual também fazem parte J.K. Rowling (“Harry Potter”), Suzanne Collins (“Jogos Vorazes”), Stephenie Meyers (“Crepúsculo”) e Veronica Roth (“Divergente”). Sua série de fantasia “Os Instrumentos Mortais” já vendeu mais de 26 milhões de livros no mundo todo, e ainda virou um filme de sucesso relativo com Lily Collins no papel principal. Esta semana ela está no Brasil pela primeira vez como atração principal da 23ª Bienal do Livro de São Paulo, onde faz tarde de autógrafos este sábado (23) e uma palestra no domingo (24).
   Formada por seis livros, a saga “Os Instrumentos Mortais” (Galera Record) conta a história de Clary, uma adolescente aparentemente comum que descobre fazer parte de uma linhagem de Caçadores de Sombras, ou assassinos de demônios que vivem soltos por Nova York. O primeiro livro, “Cidade dos Ossos”, foi lançado em 2007. Desde então a saga não saiu da lista de mais vendidos do “The New York Times” e ainda ganhou uma prequel, a trilogia “As Peças Infernais”.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

curiosidades sobre o artezanato

O que é artesanato 
É uma técnica manual utilizada pelo artesão. Este profissional é considerado um artista, pois seus produtos são verdadeiras obras de arte.
Você sabia?
- Origem do artesanato: o artesanato surgiu na Pré-História. Os homens desta época faziam cestos, ferramentas, vasos de cerâmica, roupas, esculturas e outros objetos usando as mãos como ferramenta e os recursos da natureza como matéria-prima.

Dos Sumérios
 
sumerstatuesDe Suméria vêm exemplos de belos trabalhos em mármore, diorito, martelado de ouro e lápis-lazúli. Dos muitos retratos produzidos nesta área, algumas das melhores são as de Gudea, governante de Lagash.
Alguns dos retratos são em mármore, outros, como o do Louvre, em Paris, são cortadas em diorito cinza e preto.
A arte era usada principalmente para fins religiosos. Pintura e escultura foi a mediana principal utilizado.


Estátuas de mármore
sumerheadA famosa pedra votiva esculturas / mármore de Tell Asmar representam alto, barbudo, com figuras enormes, olhos fixos e longos, saias plissadas.


olhos alargada foram encontrados em muitas estátuas .Estatuetas suméria, a partir do Templo de Abu,
Tel Asmar, c. 2700 – 2600 B.C., Museu do Iraque, Bagdá e do Instituto Oriental da Universidade de Chicago.



sumerabuMasculino estátuas em pé ou sentado com as mãos postas em atitude de oração. Elas são muitas vezes nu da cintura para cima e usar uma saia de lã tecida curiosamente em um padrão que sugere pétalas sobrepostas (normalmente descrita pelo kaunakes palavra grega que significa “capa grossa”). A toga, como vestuário, por vezes, abrange um ombro. Os homens geralmente usam cabelos longos e barba cerrada, aparado em ambas as vezes corrugações e pintado de preto. Os olhos e as sobrancelhas são enfatizados com incrustações coloridas. O penteado feminino varia consideravelmente, mas predominantemente constituída por uma bobina pesada dispostas verticalmente, de orelha a orelha e um coque para trás. A mantilha de linho dobradas, por vezes, esconde os cabelos. nudez Ritual é confinada aos sacerdotes.

Chefe sumério Bull, Lira de Tomb of Paubi, c. 2600 B.C.
sumerbull
A desenfreada bode de ouro e lápis-lazúli, apoiado por uma árvore de ouro (University Museum, Philadelphia) - Ram (Billy Goat) e Árvore, oferecendo Stand de Ur (ao deus da fertilidade masculina, Tammuz), de 2600 aC.

sumeram
Os cocares composto de senhoras da corte (British Museum, Museu do Iraque, e na Universidade do Museu), ou, mais simplesmente, a figura em miniatura de um jumento selvagem, expressos em electro (uma liga natural de ouro amarelo e prata) e montado em uma rédea bronze anel (Museu Britânico).
Dos fenícios

Os fenícios foram excelentes artesãos: produziam, entre outras coisas, tecidos, joias, perfumes, vidro, cerâmica decorada, armas e objetos de marfim. Inicialmente, o comércio era feito em caravanas pelo Deserto da Arábia. Os fenícios compravam lã na Mesopotâmia e linho, marfim e pedras preciosas no Egito.
Com o desenvolvimento da navegação, os fenícios conquistaram os mares. Eles eram temidos pelos gregos por suas atividades de pirataria. Na Antiguidade era comum os marinheiros das embarcações mercantes atacarem outros navios para roubar mercadorias ou para capturar tripulantes e vendê-los como escravos.
A navegação avançada permitiu aos fenícios cruzar o Mar Mediterrâneo e chegar ao Oceano Atlântico. Foram fundadas colônias, chamadas empórios, na costa da África e na Espanha, voltadas para o comércio e a troca de mercadorias. Nesses locais, eles adquiriam ouro, prata, estanho, cereais e também escravos.
 
Dos Egípicios
 
Os artesãos representavam classe trabalhadora extremamente valorizada pela elite egípcia da antiguidade. Recebiam títulos de nobrezas, grandes extensões de terra e até mesmo lugar reservado nas covas sagradas conhecidas como pirâmides. Na Dinastia XX houve grande atraso nas renumerações do trabalho, culminando com inúmeros protestos.Aqueles que se destacavam neste tipo de confecção eram considerados homens livres, gozando os mesmos direitos reservados inclusive somente aos membros ligados ao trono do faraó. A habilidade destes artistas impressionava pelos conhecimentos existentes em épocas da antiguidade.
Artesanato do Egito da Antiguidade
Artesanato do Egito da Antiguidade
As artes com joias eram apreciadas até mesmo no leito de morte, quando nobres exigiam serem enterrados junto com artes artesanais e outros objetos de adorno.Grande parte das manifestações artísticas nesta área seguia a tendência das outras correntes no Egito antigo. Homenagear deuses e deidades era objetivo principal das produções naturais. Interessante notar que as folhas de papiro até hoje são comercializadas ao redor do mundo com caráter de artesanato do Egito.
 
 
- No dia 19 de março é comemorado o Dia do Artesão.
 

Vantagens de se aderir ao e-book


 E-Book –, o modelo eletrônico tem suas vantagens. Portabilidade é uma de suas principais características: uma obra chinesa pode ser adquirida no Brasil, e em questão de segundos. Quando o assunto é facilidade de transporte, então, nem se fala: enquanto milhares de e-Books podem ser levados para cima e para baixo com o uso de um dispositivo móvel, carregar dois livros simultaneamente é complicado.
O preço é outro atributo a ser levado em consideração, já que e-Books, devido à sua facilidade de divulgação e ao seu baixo custo de produção, normalmente saem muito mais baratos que modelos impressos.
Os formatos em que essas obras são encontradas variam, sendo que os mais tradicionais são .pdf, .doc, .odt, .txt, .lit e .opf; devido a essa variedade de extensões, foram desenvolvidos programas específicos para a leitura de e-Books – softwares que são capazes de reconhecer todos esses formatos e apresentá-los em forma de texto.
Agora é só escolher os que mais te agradam, pegar seu e-Book favorito e “olhos à obra”!




Rede social "Orelha de Livro" ajuda nas vendas de livros usados pela OLX

 
    Para que os livros não sejam esquecidos nas prateleiras, a rede social literária Orelha de Livro (www.orelhadelivro.com.br) iniciou em julho uma parceria com o classificado on-line OLX. O objetivo é estimular a compra e venda de livros usados através da internet pelos usuários da rede social.
    O Orelha de Livro reúne leitores de todo o Brasil que fazem do site sua biblioteca pessoal. Os usuários podem organizar os títulos em três categorias: já li, estou lendo e quero ler. Além de curtir, comentar e escrever resenhas, a novidade é a opção “vender”.
    Ao clicar no ícone, o interessado é redirecionado à OLX. Não é necessário se cadastrar no site, apenas fornecer nome e e-mail, colocar o título da oferta, descrever o produto e estipular um preço. Assim, em poucos minutos o livro é divulgado, sem custos para o anunciante.
“Apostamos na disseminação cultural através da leitura, e com essa nova ferramenta no Orelha de Livro, acreditamos que os leitores possam dar outro destino aos seus livros usados, que não seja a gaveta ou a lixeira”, afirma Luis Fertonani, idealizador do projeto, que completa: “Desapegar também é uma ótima oportunidade de ganhar dinheiro com algo que está parado dentro de casa”.
Já para quem compra, a vantagem é que muitas das obras estão em ótimo estado e podem ser adquiridas por um preço mais acessível. “Ainda, o comércio de livros usados estimula o consumo consciente e sustentável”, afirma Fertonani.
 Fonte:http://blogs.odia.ig.com.br/blogdoempreendedor/

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Erros de make que te deixam mais velhas



As garotas têm se maquiado cada vez mais cedo. Afinal, uma bela produção é sucesso absoluto e todas querem garantir uma pele linda e saudável, além, claro, daquele olhar marcante. No entanto, é preciso muito cuidado para não errar nas cores e na quantidade de produtos que serão utilizados. Caso contrário, tudo terá um efeito negativo, como realçar pontos que você gostaria de disfarçar e até mesmo deixá-la com aparência mais velha. Então, para evitar esse tipo de erro já anote a primeira dica: a base e o pó são os produtos que as mulheres mais pecam na hora de aplicar, segundo a maquiadora Renata Almeida.
“Quanto mais pó no rosto, mais aparência velha a mulher terá. E o pincel escolhido para aplicá-lo faz toda a diferença. Experimente trocar o pincel macio pelo modelo ‘Duo Fiber’ [com cerdas naturais e sintéticas], que deixa a make mais leve”, ensina. Já a base, para acertar no tom, faça o teste no maxilar. "E se ela sumir na pele, esse é o tom correto. O mesmo vale para o corretivo”, explica. Ainda sobre o corretivo, a maquiadora afirma que o produto nunca pode ser mais claro para camuflar a mancha escura. “Se fizer isso, a parte da olheira vai ficar ainda mais destacada”.
Para completar, olhos muito marcados podem tirar a jovialidade das moças. “Por isso, usar junto sombra pesada, carregar na máscara e ainda usar lápis vai causar esse efeito negativo”. Para não errar, procure ter um ponto focal na maquiagem. “Se quer evidenciar os olhos, deixe maçã do rosto e lábios na cor nude. Se optar pelo batom vermelho, por exemplo, não esfume os olhos, passe apenas delineador e máscara, finalizando com blush. Agora, se não quer evidenciar nem olhos nem lábios, use o blush um pouco mais marcado”, ensina. 
Fonte: http://estilo.br.msn.com/tempodemulher

Personagem de Dragon Ball Xenoverse tem identidade revelada


Há dois meses, quando a Bandai Namco revelou um novo personagem de Dragon Ball Xenoverse, todos os fãs ficaram se perguntando quem seria o tal herói com cabelos vermelhos e jaqueta da Corporação Cápsula.
Pois agora a empresa enfim revelou sua identidade e provavelmente não era nada do que você estava pensando. O tal herói se trata de um personagem sem nome e aleatório para mostrar que os jogadores poderão, pela primeira vez em jogos de Dragon Ball, personalizar inteiramente seus próprios lutadores e colocá-los dentro da história principal do jogo.
O usuário poderá escolher o sexo, roupas, acessórios e também as raças de seu personagem. Até agora, foram divulgadas apenas três linhagens - Namekuseijins (mesma raça que Piccolo, Dende, Kami Sama, etc), terráqueos (Kuririn, Yamcha, Mr. Satan, etc) e Majin (Majin Boo, Kid Boo, Super Boo, etc) - e provavelmente não vai parar por aí, pois a Bandai não é louca de deixar de fora raças importantes da saga como Andróides, Changelings, Kaioshins e, é claro, os Sayajins.
Uma vez criado, seu personagem será guiado por Trunks para realizar as missões na também inédita Toki Toki City.
Dragon Ball Xenoverse ainda não tem data de lançamento e será lançado para PS3, PS4, Xbox 360 e Xbox One. Enquanto o jogo não chega, fiquem com o clássico da década de 90.
Fonte: http://jogos.br.msn.com

Apocalíptico Mortal Kombat

Na arte de Mortal Kombat feita por Sergey Svistuno, Kabal e Shao Kahn (com as mão de Sub Zero) parecem membros de uma gangue pós-apocalíptica de Mad Max e não personagens de um reino místico de deuses.
As máscaras são assustadoras. O artista fez vários personagens e você pode ver o resto em sua página no DeaviantArt. Até Cyrax parece abandonado em frente a uma construção em um deserto pós-apocalíptico.




Devo pedalar ou correr?

 
Correr nos parques e pedalar pela cidade está na moda. Para comprovar os benefícios dessas práticas, uma pesquisa da Universidade Federal do Rio de Janeiro, apontou que trocar o automóvel pela bike pode sair até seis vezes mais barato, além de chegar mais rápido ao destino.
O papel dos profissionais da área de educação física nessas situações é indispensável. Sem uma supervisão adequada, as pessoas ficam suscetíveis a alguns problemas. “O profissional tem participação fundamental na prática de corrida ao ensinar ao aluno a maneira certa de correr, condicioná-lo fisicamente, fazer a preparação adequada para evitar lesões futuras, trabalhar na periodização dos treinos de acordo com o calendário de provas e incentivá-lo sempre a praticar atividade física”, explica o preparador físico e coordenador geral da rede de Academia K2, Daniel Gusmão.
Aquela história de que corrida prejudica o joelho é mentira, isso só acontece quando o atleta treina de maneira errada e não respeita os seus limites. “Correr em si não prejudica o joelho, porém alguns cuidados devem ser tomados antes da prática da corrida, começando pela liberação do médico, afinal não queremos nenhum susto durante o exercício. Um tênis e uma roupa apropriados e começar gradualmente indo da caminhada para a corrida, respeitando o limite de cada indivíduo são dicas importantes”.
Um estudo australiano comprovou que correr é melhor para a saúde do que caminhar, mas saiba que muitas vezes, limitar-se apenas à corrida diminui os benefícios do esporte. “É super recomendado que a pessoa combine a corrida com a musculação para uma melhora na resistência muscular localizada, prevenindo lesões por fadiga”, explica Marcos. Pedalar também é uma boa opção para diversificar o treino, como justifica o especialista. “Bicicleta é uma ótima estratégia para driblar a monotonia e fazer o corpo ter estímulos diferentes.” Dentre os benefícios da bike, estão melhora do ritmo, velocidade, condição cardiorrespiratória e diminuição da gordura corporal.
Exercícios de baixo impacto, como pedalar e nadar, podem ser utilizados como descanso ativo para o corredor. Essas atividades poupam a musculatura e as articulações do atleta, mas sem deixar de estimular o trabalho dos grupos musculares que normalmente não são utilizados na corrida.
Não é indicado correr todos os dias, pois é preciso haver um tempo para regeneração da musculatura antes de iniciar um novo treino, caso contrário pode haver risco de sobrecarga e lesão. “Toda pessoa, desde o iniciante até o avançado, deve intercalar treinos com descanso. Com certeza os avançados terão dias seguidos de treino, mas com descansos periódicos também. Deve-se levar em conta o limite individual de cada pessoa e sempre lembrar que se começa caminhando até chegar na corrida”, finaliza Marcos Ayran.
fonte:http://www.universojatoba.com.br/bem-estar/saude/o-que-e-melhor-bike-ou-corrida

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Como se equilibrar na vida. Será que ajuda?

 Slackline ajuda na concentração, equilíbrio e a manter a forma

Esporte foi criado nos anos 1980 e hoje virou moda nas ruas e parques de todo o mundo. Conheça as categorias da modalidade e comece a treinar já. 

O objetivo é ir de uma ponta a outra sem cair. Mas como nada na vida é fácil, o praticante desse esporte tem de encarar o trajeto em cima de uma fita estreita e flexível de náilon. Geralmente são 8 metros de linha a 30 centímetros de distância do chão, mas os mais habilidosos chegam a fazer truques em cima da corda bamba em grandes alturas. Assim é o slackline.

Criado nos EUA, o slackline (que em inglês significa “fita folgada”) é muito praticado por skatistas e surfistas para treinar o equilíbrio e fortalecer a musculatura do corpo, mas vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil que buscam os benefícios que esse esporte proporciona. As modalidades são:

Trickline
Essa é a categoria mais praticada do slackline. Os atletas realizam manobras sobre a fita a 60 centímetros do solo, o que exige muita habilidade. Muitas competições são feitas nessa modalidade.
Surfline
Os praticantes dessa categoria deixam a fita mais solta, e mais flexível, permitindo assim que sejam simulados os movimentos e manobras semelhantes ao surf.
Waterline
O objetivo aqui é não se molhar. A fita passa sobre piscina, lago, represa, rio ou mar.

Longline
Nessa modalidade, a fita pode chegar a mais de 20 metros de comprimento. Por ser longa, a fita balança mais e exige maior equilíbrio e concentração do praticante.

Highline
Aqui quem tem medo de altura não tem vez. Nessa categoria, o atleta pratica o esporte nas alturas, a 5 metros do chão. É a vertente mais radical do slackline, e qualquer erro pode causar grande acidente.

Yogaline
Se você já acha a Yoga difícil, tente praticá-la sobre a fita do slackline.

 

 

Nos EUA cegos usam armas

    
     Quando Carey McWilliams foi preencher a papelada para obter um porte de armas em Fargo, Dakota do Norte, os funcionários imediatamente notaram que ele estava com um cão-guia. A atendente informou que ele teria que passar por um teste de tiro, e McWilliams disse para ela não se preocupar.
     "Outros funcionários continuaram me chamando e dizendo: 'há um teste de tiro, há um teste de tiro'." Os alvos estavam a mais de 6m de distância, mas ele acertou o coração da figura.
Nos Estados Unidos, ser cego não é impedimento para ter e usar armas de fogo, algo que é motivo de polêmica e preocupação. Deficientes visuais que têm armas dizem que estão exercendo um direito constitucional e não representam perigo para a população. Permissões de porte de armas são emitidas em nível estadual, e os critérios e regras variam nos EUA.
     Enquanto não há nada nas leis da Dakota do Norte para evitar que uma pessoa cega - ou com deficiênciasica - porte uma arma, na Flórida, por exemplo, a "incapacidade física para lidar com uma arma de fogo com segurança" é listada como um motivo de inelegibilidade.
No entanto, uma pessoa cega com uma licença de Dakota do Norte ainda seria capaz de andar com sua arma, pois a Flórida reconhece as licenças desse estado.
     Em muitos estados, tampouco há exames de vista para renovação do porte de arma, o que significa que uma pessoa pode ter adquirido a permissão antes de perder a visão e mantê-la.
Mais fácil ainda para as pessoas cegas é possuir armas dentro de casa. Na maioria dos estados, não é necessário realizar um teste de tiro ou obter uma licença para comprar uma arma. Consequentemente, ninguém sabe quantos americanos cegos possuem armas para defesa de casa, tiro ao alvo ou caça.
McWilliams aprendeu a usar armas aos 15 anos, em um acampamento militar coordenado por um homem que tinha um irmão cego que ainda atirava. Ali, usou uma metralhadora M16. McWilliams - que, antes de perder a visão, aos 10 anos de idade, sonhava em integrar as Forças Armadas - se apaixonou.
     Três anos mais tarde, fez um curso em um órgão que treina militares. Aprendeu a mirar ouvindo o som de seu alvo e diz ter alcançado a pontuação máxima no teste. Ele usou a mesma técnica em outubro de 2000, no estande de tiros da polícia em Fargo.
"O vice-xerife disse: 'Você tem esses carimbos dizendo que você é cego, mas você passou no teste, então você tem a sua autorização. Ninguém fez isso antes'."
Desde então, McWilliams tem usado sua arma para caçar. Ele escreveu sua autobiografia ("Essa não é uma biografia fofinha sobre conquistas de um homem cego, é sem frescuras, embora às vezes engraçada", diz o livro) em que narra como, antes de passar no teste de Dakota do Norte, foi reprovado em outro estado, onde acredita ter sido "denunciado" como cego por um instrutor.
"Se ele tivesse feito isso com alguém de outras raça, etnia, sexo, as pessoas teriam ido às ruas protestar, porque é uma questão de direitos civis", afirma.
Por causa do livro, passou a ajudar outros cegos a conseguir o porte de armas - já aconselhou mais de cem, afirma.
'Inventividade'
     Um deles é o operador financeiro Jim Miekka. Ele já criou dois algoritmos matemáticos para a previsão de recessão no mercado de ações - a Fórmula Miekka e o Hindenberg Omen -, utilizados em Wall Street.
     Recentemente, se envolveu numa polêmica ao tentar provar que um homem foi preso injustamente por homicídio porque o cenário apresentado para o júri contrariava as leis da física.
     Mas quando questionado sobre a conquista de que mais se orgulha, Miekka diz que, se você colocar as palavras "melhor atirador em alvo do mundo" no Google, o primeiro resultado é um vídeo dele. O amor de Miekka por armas não termina com tiro ao alvo. Ele também gosta de se vestir de caubói e disputar competições de quem saca a arma e atira mais rapidamente.
     Miekka perdeu a visão - e dois de seus dedos - com cerca de 20 anos em uma explosão em sua cozinha, enquanto tentava desenvolver um produto químico. Pouco tempo depois, começou a aplicar sua inventividade para sua nova situação. Com a ajuda do pai engenheiro químico e de um amigo, desenvolveu um sistema parecido com o que é usado para tiros nas Paraolimpíadas.
     Ao longo do tempo, Miekka, agora com 54 anos, aperfeiçoou sua tecnologia. Sua última mira, feita em conjunto com um armeiro, permite que acerte um alvo de 4mm de diâmetro a 91 metros - algo que, segundo ele, quatro amigos com visão perfeita não conseguem fazer.
     Ele também pode escolher alvos-padrão da National Rifle Association (NRA), o que lhe permite competir contra atiradores que enxergam.
     "Eu gosto de atirar com pessoas que podem ver", diz Miekka. Seu pai, Dick Miekka, nunca conseguiu vencê-lo. "Ele encontra o centro de seu alvo."


Cachorros
     Miekka diz que precisa do porte de armas para participar das competições de tiro. Mas ele também tem medo de ser atacado por um cão. "Há uma possibilidade de 99% de que, se eu tiver que usar a arma para me defender, vai ser contra um cão", diz ele.
     Carey McWilliams também teme cães. Em 2009, foi atacado por três pastores alemães - toma morfina para a dor até hoje. Mas ele também se preocupa com humanos.
"Como cego você é naturalmente mais vulnerável ao criminoso", diz. "Você tem que lutar com todos os meios disponíveis. Para mim, isso é uma pistola 9 milímetros ", diz ele, acrescentando que já mostrou a arma três vezes para se defender.
     Nem todo mundo acha que faz sentido pessoas cegas portarem armas. O cantor Stevie Wonder disse cerca vez que é "louca" a facilidade que ele, cego desde o nascimento, teria para comprar uma arma.
     Em entrevista em 2013, o cantor defendeu mudanças nas legislações de porte de armas, por considerá-las negligentes a ponto de deficientes visuais não terem dificuldades em comprar armamento.
     McWilliams responde que, contanto que os cegos usem as armas para autodefesa e à queima-roupa (para não correr o risco de balear outras pessoas), basta que tenham bom senso. Mas admite que, há alguns anos, levou ao chão uma pessoa que agarrou seu braço subitamente porque não percebeu que era para ajudá-lo.
     "A chave para não ser baleado é, basicamente, não colocar suas mãos no cego."
McWilliams diz que foi vítima de bullying na infância e que apanhou frequentemente na escola, antes e depois de perder a visão. "Eu aprendi que, basicamente, a melhor defesa é um bom ataque", diz.
Embora não ache que armas são para todos, acredita que ajudam algumas pessoas cegas a se tornarem mais confiantes e independentes.
     "Eu sempre quis ensinar as pessoas que os cegos não são apenas zumbis andando por aí, precisando de cuidado", diz ele. "As pessoas cegas podem ser empoderadas para cuidar de si mesmas."

 

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domingo, 17 de agosto de 2014

A linda explosão de uma estrela

     O telescópio Hubble gravou ao longo de quatro anos um vídeo timelapse da explosão de uma estrela no espaço, iluminando a poeira interestelar em torno dela à velocidade da luz. 
    Os cientistas ainda não sabem o motivo da explosão.
    A estrela V838 Monocerotis – na constelação Monoceros, a 20.000 anos-luz da Terra – sofreu uma explosão súbita que pegou astrônomos de surpresa em 2002. A estrela vermelha ficou tão grande que se tornou uma das maiores observadas, produzindo 600 mil vezes mais luz que o Sol.
    Os cientistas pensaram que era uma nova – ou seja, uma explosão nuclear na estrela – mas depois perceberam que estavam errados. 

 Link do vídeo do you tube
https://www.youtube.com/watch?v=6udEgF4kSms

Tracadilho

né?

Seja rápido, senão outro virá na sua frente

A criatividade e o gosto pela leitura são atributos do Número 3.



    O filme "A menina que roubava livros", adaptação do livro homônimo de Markus Zusak, é emocionante e descreve maravilhosamente bem a simbologia do Número 3. A começar pelo fato de ter como protagonista uma menina: Liesel (Sophie Nelisse). Só esse detalhe já é revelador. Afinal, na Numerologia, o Número 1 simboliza o pai, o Número 2 a mãe, e o Número 3 os filhos (as crianças). E esta garota simplesmente nos encanta e nos emociona só pelo olhar. Aliás, o poder de sensibilizar e cativar rapidamente as pessoas é típico do simbolismo do 3.
Outro ponto bem interessante é que o filme é narrado pela morte. E mesmo essa narradora tão temida - e que costuma ser representada nas telas do cinema como uma figura sinistra - torna-se simpática. Eis, mais uma vez, a força do Número 3: a de oferecer beleza ou leveza a situações "feias", difíceis e temidas.
No filme, a morte vai nos contando o quanto ficou encantada com Liesel, e apresenta a jornada dessa corajosa e expressiva menina. Em várias fases da sua trajetória nós identificamos atributos do Número 3. Por exemplo, essa simbologia está associada aos irmãos. E logo na primeira cena do filme, um acontecimento impactante com o irmão de Liesel marca a sua história. Mais à frente na trama, Max (Bem Schnetzer), um refugiado judeu, exerce o papel de irmão mais velho da menina. Ele foi acolhido pelo casal Hans (Geoffrey Rush) e Rosa (Emily Watson) - pais adotivos de Liesel - e morava no porão da casa. Ali ele saciava a curiosidade voraz (outra característica do número 3) de Liesel, lendo vários livros para ela ou ouvindo a menina ler para ele.
Liesel, quando chegou até seu lar adotivo, não sabia ler e escrever. O pai, então, toda noite ficava ao lado da cama da menina e lia um livro para ela. E ofereceu a Liesel um espaço de escrita nas paredes do porão, nas quais escreveu cada letra do alfabeto. Liesel tratou de preencher o restante do espaço com palavras novas aprendidas. Também foi neste local da casa que ela ganhou um diário criativamente adornado pelo refugiado Max. A criatividade e o gosto pela leitura são atributos do Número 3.

     Outra situação associada à simbologia do número foi a forte amizade com o garoto Rudy (Nico Liersch) - que era vizinho e colega de escola de Liesel. Ter uma forte relação com algum amigo da escola (ou faculdade), que acaba tendo uma significativa influência em sua vida, é outro ponto forte relacionado ao 3. Ou o contrário também: viver muitos conflitos com vizinhos (principalmente quem tem o Desafio do 3). No caso de Liesel, ela precisava esconder da vizinhança o fato de dar refúgio ao judeu Max.
Outra cena marcante foi quando todos os vizinhos se reuniram às pressas num abrigo, a fim de se protegerem dos bombardeios. Na face de cada pessoa estava estampada a preocupação, o medo. Foi quando Liesel tomou a decisão de contar uma história para todos. Colocou em ação o dom que o Número 3 possui: usar o poder das palavras e da imaginação para entreter, emocionar e mudar o estado emocional alheio. Foi um momento mágico de autoexpressão da menina, que roubou a atenção de todos e os transportou para um estado de espírito bem diferente do que se encontravam.
Por esse motivo "A menina que roubava livros" é um filme lindo, comovente e altamente instrutivo, além de nos ensinar a entender melhor a simbologia do Número 3.
Fonte: www.personare.com.br/numero-3-leveza-expressao-e-curiosidade-m4869

sábado, 16 de agosto de 2014

Não são islâmicos e sim terroristas

     Hoje pela manhã ao entrar na internet uma página já iniciou mostrando um vídeo com o título que dizia: " Militares islâmicos radicais fuzilam 1500 pessoas."
    Assisti ao vídeo e as cenas são muito fortes, pois mostram a execução de homens na maior frieza.
   Vi aquelas cenas e fiquei perguntando como pode o homem após tantos anos de vivências neste planeta e ainda comete esse tipo de ação. Isto, é o maior atraso de espécie que existe.
   Vejo que são seres  que se escondem atrás de um título religiosos para cometer barbaridades contra os que pensam diferentes deles.
   Sei que verdadeiros islâmicos seguem aos ensinamentos de Maomé e também as leis de Alá. Tenho amigos islâmicos que estão triste demais com o que estão se fazendo em alguns países do oriente médio.
    Espero que as autoridades que estão no comando façam alguma coisa para acabar com essa barbaridade.
    O Vídeo que não quis postar no meu blog, mas quem quiser está no you tube.
    Fica aqui registrada a minha tristeza profunda.

Bom dia a todos! Paz e bem!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Os artistas e a lógica?


     Os cientistas são lógicos, fazem observações e experimentos com o objetivo de elaborar teorias que expliquem seus dados. Já os artistas são emotivos, trabalham em solidão e com base em sua intuição. Pelo menos, é isso que dizem para a gente.
     No livro "Colliding Worlds" (Mundos em Choque, em tradução livre), o historiador e filósofo Arthur I. Miller argumenta que artistas e cientistas sempre tiveram a mesma missão: "revelar a realidade além das aparências, o mundo invisível aos nossos olhos". Ele argumenta que depois de uma divisão feita pelo Iluminismo, essas duas vertentes da compreensão humana voltam a se unir ao longo do último século e essa reunião está cada vez mais acelerada com o advento da era digital.

Dominando a arte de vender um livro pela capa
     Peter Mendelsund geralmente diz que "os autores mortos recebem as melhores capas de livros". Mendelsund, que já criou belas capas para gigantes literários de outrora como Kafka, Dostoiévski, Tolstói e Joyce, não é muito chegado à ideia de trabalhar com escritores exigentes que querem impor determinada fonte, cor, imagem ou tema visual. 
     Peter Mendelsund geralmente diz que "os autores mortos recebem as melhores capas de livros". Mendelsund, que já criou belas capas para gigantes literários de outrora como Kafka, Dostoiévski, Tolstói e Joyce, não é muito chegado à ideia de trabalhar com escritores exigentes que querem impor determinada fonte, cor, imagem ou tema visual. "O resultado é horroroso", disse ele. Então, no ano passado, o diretor de arte associado da Knopf tornou-se o pior pesadelo para si mesmo. Começou a escrever seu próprio livro, "What We See When We Read" (O que vemos quando lemos, em tradução livre), um divertido tratado ilustrado sobre como as palavras dão origem a imagens mentais. E afirma ter sido insuportável bolar sua capa. Como autor, sentiu que nenhuma imagem poderia resumir a premissa do livro; como designer, tinha que colocar alguma coisa lá, ou demitir-se desonrosamente. Sua primeira tentativa foi decepcionante: uma capa preta simples com texto em pequenas letras brancas. "Foi como o medo do palco", disse ele. "Eu congelei". O medo do palco não é algo crônico para Mendelsund, "pianista clássico em recuperação" de 46 anos e designer gráfico autodidata; pelo contrário, frequentemente costuma sofrer de excesso de ideias. Na década passada, criou cerca de 600 capas de livros, uma sóbria e sofisticada para "Guerra e Paz" de Tolstói, outra com tratamento estilo Pop art para "Metamorfose" de Kafka, e as espirais fluorescentes hipnóticas do thriller de Stieg Larsson, "Os Homens que não Amavam as Mulheres". Mendelsund há muito tem sido considerado um dos melhores designers de livro na ativa, ao lado de Chip Kidd, Alvin Lustig e George Salter. Agora, ele estreia como escritor, com dois livros saindo em agosto. Ambos exploram os desafios peculiares de transformar palavras em imagens e misturam ilustrações com filosofia, crítica literária e teoria do design. Em "What We See When We Read", publicado pela Vintage Books, aborda o modo misterioso com que o texto produz vívidas imagens mentais, mesmo quando o autor fornece poucos detalhes visuais. A maioria dos leitores, por exemplo, sente que pode descrever Anna Karenina com perfeição, mesmo Tolstói tendo nos dado pouco mais que olhos cinzentos, cílios grossos e cabelos castanhos cacheados. Em suma, Mendelsund argumenta que a leitura é um ato de coautoria e que nossas impressões de personagens e lugares se devem tanto à nossa própria memória e experiência quanto aos poderes descritivos dos autores.